Setembro Amarelo

Setembro Amarelo: sua origem e importância

O Setembro Amarelo é uma campanha que acontece anualmente, com o objetivo de reforçar e compartilhar informações sobre a prevenção e conscientização contra o suicídio.

Dentro os temas discutidos durante a campanha, se faz fortemente presente a compreensão sobre os cuidados com a saúde mental e, a importância de pedir ou oferecer ajuda sempre que necessário.

Outro ponto primordial que o Setembro Amarelo reforça, é a desmistificação sobre os tratamentos psicológicos e, a essencialidade da ajuda profissional com embasamento científico na busca da valorização da vida.

 Entretanto, antes de entrar a fundo sobre a explicação do que é exatamente a campanha, é importante conhecer a sua história e origem.

Caso você tenha interesse em saber mais sobre o assunto, continue lendo para tirar as principais dúvidas referente ao tema.

Origem do Setembro Amarelo

A origem do movimento e conscientização sobre o tema, ganhou maior proporção a partir da história de Mike Emme, nos Estados Unidos.

O jovem de 17 anos, era conhecido por sua personalidade cativante e habilidade mecânica, sendo lembrado por seu Mustang 68 que ele mesmo restaurou e pintou de amarelo.

Porém, em 1944, Mike cometeu suicídio. Infelizmente a família e amigos não perceberam os sinais de que ele pretendia tomar tal atitude.

Em sua memória, seus amigos e parentes levaram fitas amarelas no velório.

Os pais então decidiram que o acontecimento poderia servir de alerta para outros pais e filhos se prevenirem de situações semelhantes.

A partir disso, tiveram a ideia de confeccionar fitas amarelas acompanhadas de mensagens relacionadas a necessidade de buscar ajuda para o problema.

Como resultado da atitude empática e acolhedora, foi criado a Yellow Ribbon, um amplo programa de prevenção ao suicídio, com mais de 110.000 vidas salvas desde a sua criação. Em 2003, a Organização Mundial da Saúde (OMS) instituiu o dia 10 de setembro como Dia Mundial da Prevenção do Suicídio. O amarelo foi a cor escolhida para representar a campanha

O Setembro Amarelo no Brasil.

No Brasil, a discussão sobre o assunto ganhou maior repercussão com a criação do CVV (Centro de Valorização da Vida), pelo CFM (Conselho Federal de Medicina) e da ABP (Associação Brasileira de Psiquiatra).

Em 2005 houve a primeira campanha, em Brasília, e a partir disso em várias outras cidades do país.

O CVV tem como responsabilidade, estimular a discussão sobre a valorização da vida, visto que o suicídio é considerado pelo Ministério da Saúde como um problema de saúde pública.

Para se ter uma ideia, no Brasil, a cada uma hora uma pessoa tira sua própria vida, mesmo tempo no qual outras três pessoas tentaram realizar a mesma atitude, mas não tiveram sucesso.

No site do CVV é possível ter acesso a informações e materiais disponíveis em diferentes formatos, além de contar com uma página nomeada como, “Quero conversar”.

Na aba citada, o usuário tem a possibilidade de conversar com profissionais voluntários, através da opção que melhor se identifique, sendo elas:

  • Chat,
  • Ligação (188),
  • E-mail,
  • Endereço.

Vale ressaltar que todas as atividades são realizadas por voluntários, sem fins lucrativos, que tem como objetivo prestar apoio emocional para prevenção do suicídio.

Anualmente são feitos mais de um milhão de atendimentos em todas as partes do mundo.

Podemos evitar o problema.

As maiores causas de suicídios derivam do uso de drogas ilícitas, depressão e esquizofrenia, que são problemas psiquiátricos que podem resultar no suicídio, os quais, se tratados corretamente, diminuiriam 90% o número de óbitos.

Por isso, profissionais da área da saúde recomendam que falar sobre o assunto é a melhor solução.

Free Download WordPress Themes
Download Premium WordPress Themes Free
Download WordPress Themes
Download WordPress Themes
download udemy paid course for free
download xiomi firmware
Download Premium WordPress Themes Free
udemy course download free

Publicado por em 28 de setembro de 2020 | 2.052

Deixe um comentário

1 comentário.

  1. Priscila Souza Cruz disse:

    Empatia sempre.