Escola Amilcare Mattei teve ambiente revitalizado por acadêmicos da Unimar

Os acadêmicos dos cursos de Arquitetura e Engenharia Agronômica da Universidade de Marília (Unimar) projetaram e orientaram a revitalização do espaço de convivência da Escola Estadual Amilcare Mattei, realizada pelos alunos do 3º ano do ensino médio. A atividade foi realizada através da disciplina eletiva saúde 10. 

As disciplinas fazem parte das atividades das escolas públicas de ensino integral do estado de São Paulo, que tem como objetivo promover o enriquecimento educacional através de aulas práticas. A responsável pela eletiva, a professora Rosana Rossi, contou que buscou a Universidade para motivar os alunos na busca pela formação acadêmica. 

“A parceria é muito rica e trouxe muitos benefícios aos alunos, porque o principal objetivo era promover a aprendizagem e impactar no currículo destes jovens. A gente quis aliar o ensinamento de habilidades com a vontade de buscar conhecimento, criando interesse nos cursos universitários”, esclarece. 

Para o coordenador do curso de Arquitetura e Urbanismo da Unimar, o docente Fernando Netto, a revitalização do espaço teve como foco proporcionar mais qualidade de vida aos espaços escolares. “Escolhemos um dos espaços de convívio destes jovens para a revitalização, a qual foi executada por eles, com a supervisão dos nossos acadêmicos. Uma forma de aprender novas habilidades e produzir um espaço aconchegante para os estudos”, conta 

Ainda segundo o coordenador, para os acadêmicos da Unimar foi uma grande oportunidade oferecida aos acadêmicos, para executar o que aprendem em sala de aula. “A prática é fundamental em todos os momentos da vida e principalmente durante a graduação, por isso deixamos que os acadêmicos criassem o projeto, com a orientação dos docentes”, conta. 

Para o coordenador do curso de Engenharia Agronômica, Ronan Gualberto, atuar neste projeto foi uma oportunidade de qualificar os acadêmicos do primeiro ano e estimular os alunos do ensino médio. “Nós agimos em parceria com o curso de arquitetura e urbanismo, o que é admirável, já que os alunos puderam entender as necessidades de plantas e flores para cada ambiente, já atuando na área. E para os alunos do ensino médio, foi a oportunidade de colocar a mão na massa e se afinizar com as áreas acadêmicas”, ressalta. 

Para a estudante Gabriele Aparecida, a eletiva é uma forma de deixar um pedaço de si na escola, após a conclusão do ensino médio, e de conhecer mais sobre os cursos. “Eu achei legal contribuir com a escola, deixando a nossa marca, como estou no terceiro ano, é legal saber que terá algo meu aqui. Mas contribuiu ainda mais para meu aprendizado, porque é algo que a gente aprende e leva para a vida, e nos estimula a querer aprender mais”, conta.  

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Publicado por em 7 de agosto de 2019 | 697

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5 comentários.

  1. WALKYRIA disse:

    ESTÃO DE PARABÉNS OS ALUNOS, O COORDENADOR DO PROJETO, OS PAIS DOS ALUNOS, ENFIM TODOS QUE PARTICIPARAM DA ATIVIDADE E ENTENDERAM QUE A PARTICIPAÇÃO COLABORATIVA É O ESPÍRITO QUE DEVE DOMINAR A REVITALIZAÇÃO DO ESPAÇO. SÃO HABILIDADES SOCIOEMOCIONAIS IMPRESCINDÍVEIS AO BOM CONVÍVIO SOCIAL

  2. Rosangela disse:

    Maravilhoso trabalho feito por professores e alunos. Nada como uma ajuda de uma universidade para realizar a melhoria do ensino médio. Parabéns à professora Rosana pelo seu protagonismo.

    • Terezinha Dulce disse:

      Estou orgulhosa do trabalho De Inclusão, Revitalização e acolhimento proporcionado pela minha querida sobrinha, professora Rosana Rossi Nogueira e a faculdade de urbanismo da cidade. Parabéns!

  3. Fatima disse:

    Parabéns aos alunos e professores envolvidos nesse projeto!!!

  4. Ana Maria dos Santos disse:

    Parabéns! A todos, alunos do colégio, alunos de Faculdade, professores e famílias envolvidas. Durante a ditadura, o Darci Ribeiro foi preso, cassado e exilado por fazer esse tipo de intervenção, colocar os universitários para interagirem nos espaços públicos. O Aluísio mercadante fez com Que seus alunos de economia, na Unicamp. Fizessem estágio alfabetizando os funcionários da faculdade. Em 2002, foi homenageado pelo Conselho Nacional de economia e trouxe 37 alfabetizados que estavam cursando a Unicamp. Os alunos da economia, não só alfabetizaram como montaram curso supletivo e cursinho preparatório aos funcionários da Unicamp.