Conheça as 03 mulheres que decidiram mudar a história

Imagina se alguém fizesse suas escolhas por você? Decidindo o que você deveria vestir ou até mesmo, qual deveria ser sua carreira. Imagina se não escutassem sua opinião em decisões que afetam sua própria vida. Essa foi e continua sendo a realidade de muitas pessoas, especialmente, de mulheres.

Mas como essa realidade, vem evoluindo e pode ser melhorada? A resposta é o empoderamento que acontece por meio do investimento na educação e capacitação.

Listamos 03 mulheres brasileiras, que passaram por cima de todas imposições estabelecidas de suas épocas, e contribuíram com o desenvolvimento da ciência e educação, abrindo novos caminhos para a sociedade.

Cecília Meireles

A primeira brasileira que iremos falar, é uma poetisa, professora, jornalista e pintora brasileira, Cecília Meirelles. Reconhecida como a primeira grande expressão de voz feminina, na literatura brasileira, com mais de 50 obras publicadas.

Natural do Rio de Janeiro, nascida em 07 de novembro de 1901, teve uma vida marcada pela ausência de seus pais, situação em que seu pai morreu antes do nascimento da filha, e a morte da mãe, quando a filha completou 3 anos de idade.

Sua primeira poesia, foi escrita quando tinha apenas 09 anos, mas foi em 1919, com 18 anos que publicou sua primeira obra, “Espectros”. Dali em diante, deu continuidade a sua carreira, com escritas sempre marcadas por temáticas que abordam sobre a ligação humana com a natureza e ganhou reconhecimento mundial. A poetisa também acreditava e defendia, que a educação poderia transformar o Brasil, e escreveu:  

“A educação é a única das coisas deste mundo que acredito que é inabalável.”

Cecília Meireles

Sua principal luta, foi pela escola moderna, acreditando em um ensino que pudesse libertar a mente das crianças. Destacou suas ideias em uma época onde a voz da mulher, era silenciada por muitos.

A educadora não concordava com a percepção de que a criança deve ser vista como projeto do futuro, e defendia que a criança, é um sujeito que pertence ao presente, portanto, precisa vivê-lo.

Cecília Meirelles, lutou em prol da educação brasileira, em defesa da educação infantil, como também em defesa do folclore brasileiro. Nunca deixou de expressas sua opinião frente a todas possíveis consequências e críticas.

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Anália Franco

No Rio de Janeiro, outra mulher também contribuiu com a história da educação, conhecida como, Anália Franco, nascida em 1856, literata, poetisa e jornalista, desde pequena era interessada pela Educação, e ajudava a sua mãe no magistério.

Durante sua carreira, lutou pela educação de crianças pobres chegando a trocar seu cargo na Capital de São Paulo por outro, no interior, com o intuito de ajudar crianças necessitadas, de um bairro de uma cidade no norte do Estado e por lá, inaugurou sua primeira e original “Casa Maternal”.

No entanto, foi impedida de continuar seu trabalho no local, pela fazendeira proprietária do prédio, que não concordava com a ideia de misturar crianças brancas com crianças negras, e junto ao coronel promoveu diligências para ocorrer a remoção da professora.

Diante o fato, alugou uma casa velha, pagou as despesas do aluguel com seu bolso e saiu pessoalmente, para pedir esmolas com o objetivo de manter o “abrigo” para crianças desamparadas.

Apesar de todas dificuldades, chegou ao final de sua vida com a criação de setenta e uma escolas, dois albergues, uma colônia regeneradora para mulheres, vinte e três asilos para crianças órfãs, uma banda musical feminina, uma orquestra. um grupo dramático, além de oficinas para manufatura.

Nise da Silveira

Do Rio para Alagoas, a terceira e não menos importante revolucionária, é Nise da Silveira, nascida em 1905, iniciou os estudos em medicina na Bahia, ocasião a qual foi a única mulher entre 157 alunos, a se formar no ano, tornando-se uma das primeiras mulheres formada em medicina, no Brasil.

 Em seguida, continua sua vida no Rio de Janeiro, onde se especializou em psiquiatria, e em 1944, passou a trabalhar no Hospital Pedro II, antigo Centro Psiquiátrico Nacional, e neste momento Nise muda a história!

Não concordando com o tratamento da época, que incluía choque elétrico, cardiazólio e insulínico, camisa de força e isolamento. foi transferida, como “repreensão” para outro setor, conhecido como um espaço desprestigiado na época. E foi nesse setor do hospital, que ela implementou, junto com o psiquiatra Fábio Sodré, a Terapia Ocupacional no tratamento psiquiátrico.

Neste momento, Nise substitui atividades e tarefas ocupacionais atribuídas aos pacientes, como a limpeza e manutenção, por um ateliê de pinturas e modelagens, conectando pacientes a realidade. Consequentemente em 1952, é fundado o museu de imagens do inconsciente, para exposição e preservação das obras criadas pelos pacientes em tratamento.

Foi também, aluna de Carl Jung, fundador da psicologia analítica, fundou grupos de estudos, e realizou análises na psiquiatria, envolvendo a relação dos animais na rotina dos psicóticos.

O que essas mulheres tem em comum, além da persistência e nacionalidade?

Por meio de seus estudos, elas fizeram de suas especialidades, uma ferramenta capaz de transformar a vida de outras pessoas.

Se assim como elas, você almeja capacitar-se e transformar a sociedade, temos uma dica! Acesse nossos cursos, e pesquise em qual área você quer desenvolver suas habilidades, e assim terá dado o primeiro passo, para fazer a mudança no mundo.

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Publicado por em 13 de março de 2020 | 1.019

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